quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

É Preciso Acreditar, Para Não Esmorecer

Meu amigo João Zucoloto, de Curitiba, enviou este clip.

Em tempos de mensalão, dinheiro na cueca e panetones milionários, esta mensagem vale a pena ser considerada.

Compartilho com vocês.



quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

A Crise Militar que não houve - ainda.

Um amigo me mandou o artigo abaixo, escrito por Nivaldo Cordeiro, que reproduzo por concordar com o conteúdo.

A CRISE MILITAR QUE NÃO HOUVE
31 de dezembro de 2009

"As esquerdas brasileiras sempre souberam que seu inimigo jurado de morte são as Forças Armadas. Por elas foram derrotadas em todas as vezes que quiseram medir forças, como em 1935, 1964 e anos subseqüentes. As Forças Armadas são a única organização capaz de lhes fazer frente, não apenas no plano militar propriamente dito, mas também no plano ideológico. Os “milicos” encarnam a Nação, têm história longa, confundem-se com a Independência e a unidade nacional; têm tradição que cultivam e também seu próprio sistema de formação de quadros, até agora impermeável à catequização comunista.

Desde que triunfaram utilizando os métodos de Gramsci que as esquerdas cercam seu maior inimigo, ora adulando, ora ignorando, ora provocando escaramuças para saber até onde vai o pavio das Forças Armadas. A aproximação do fim do mandato de Lula, que tentaram por todos os meios prolongar, fez com que se precipitasse o embate mais afoito. Essa tentativa de rever a Lei de Anistia é o Rubicão que não pode ser cruzado. Elas sabem disso, mas encontram-se em um impasse estratégico: estão em seu melhor momento histórico para dar o bote totalitário, mas desconfiam que não acumularam força suficiente para degolar o inimigo.

Seu balanço de poder é muito favorável: têm a Presidência da República, têm a opinião pública, os empresários estão inermes a seus pés, dependentes de recursos financeiros e de alivio da fiscalização estatal, cujo garrote vil foi apertado ao limite nas últimas décadas. Têm o sistema de ensino e os meios de comunicação, que estão em processo de domínio total depois da realização da Confecom. Têm apoios internacionais de que nunca dispuseram. Têm milícias em todos os recantos do país, a começar pelo MST. Têm as universidades, as igrejas, o meio editorial, o imenso funcionalismo público, por elas inflado criminosamente nas últimas décadas. Têm os sindicatos e os fundos de pensão.

Para ter o poder total as esquerdas só precisam mesmo conquistar as Forças Armadas, isto é, capacidade militar e organização. Essa é sua fraqueza congênita e por isso, desde a origem, tentaram o golpe de Estado, para controlar os “milicos” desde cima. Até agora falharam no intento. As Forças Armadas, para alívio da Nação, continuam sendo o esteio da nacionalidade e o instrumento garantidor das liberdades. Os inimigos traiçoeiros, apesar do tempo que dispuseram, dos recursos, das patranhas, das promessas populistas nunca conseguiram transpor os umbrais dos quartéis. Lá, mesmo Lula, só entram como convidadas e só falam com os comandantes, uma elite bem formada e moralmente superior, avessa ao seu proselitismo.

Lendo os editoriais de hoje dos principais jornais podemos ter três pontos de vista sobre o episódio que quase culminou com a saída de Nelson Jobim do Ministério da Defesa. O Estadão, como há muito, não tinha um posicionamento tão afirmativo e coerente com seu passado de lutas pela liberdade. O editorialista deixou de lado a covardia que tomou conta do jornal nos últimos tempos. Brincando com Fogo deu nomes aos bois: “A reação dos comandantes militares à tentativa mais uma vez patrocinada pelo ministro de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, de revogar a Lei da Anistia foi enérgica e recebeu inteiro apoio do ministro da Defesa, Nelson Jobim, que há tempos vem tentando conter as iniciativas revanchistas de Vannuchi e do ministro da Justiça, Tarso Genro. As pessoas pouco afeitas aos fatos ligados à repressão política, durante os governos militares, e que somente tomem conhecimento das iniciativas daquela dupla de ministros certamente terão a impressão de que os quartéis, na atualidade, estão cheios de torturadores e as Forças Armadas são dirigidas por liberticidas. Nada mais falso”.

E mais disse: “Para os militares, é ponto de honra que a Lei da Anistia permaneça em vigor, nos termos em que foi aprovada em 1985. Entre outros motivos, porque assim se isola a instituição de uma fase histórica conflituosa, que exigiu que os militares deixassem de lado sua missão profissional tradicional e assumissem os encargos da luta contra a subversão. Isso não se fez sem prejuízos à coesão e à hierarquia das Forças Armadas. Para a Nação, a manutenção da Lei da Anistia é mais que um ponto de honra. É a garantia de que os acontecimentos daquela época não serão usados como pretexto para que se promova uma nova e mais perniciosa divisão política e ideológica da família brasileira”.

Já a Folha de São Paulo, jornal completamente tomado pelas esquerdas, tentou como sempre relativizar (Confronto vão). Ao invés de criticar o autor da proeza, o ministro Tarso Genro, faz o contrário, elogiou-o: “Foi acertada a atitude do ministro da Justiça, Tarso Genro, ao declarar que "não há nenhuma controvérsia insanável" em torno do texto do Programa Nacional de Direitos Humanos e da chamada "Comissão da Verdade", destinada a apurar os casos de tortura e de desaparecimento de presos políticos durante o regime militar. É legítima qualquer investigação histórica sobre esse período, durante o qual crimes foram cometidos pelos dois lados em conflito”.

Ora, foi precisamente o rei da República petista de Santa Maria quem cutucou a onça com vara curta, ele que aparelhou a Polícia Federal para ser uma espécie de polícia política, contra todos os inimigos. Ela só não é eficaz contra os “milicos”. Nos quartéis não tem dinheiro na cueca, nem negociatas, nem insidiosas transações que atraiçoam os brasileiros. Tem gente de escol, de moral superior. E tem armas. Lá sua jurisdição não alcança. A Folha de São Paulo, como sempre, mentiu e enganou os seus leitores, se alinhando com as esquerdas revolucionárias.

O editorial de O Globo preferiu desvincular a figura de Lula da crise (Revanchismo): “A conhecida ambiguidade do presidente Lula deriva de uma característica da montagem do seu governo, uma estrutura sem unidade, composta de capitanias hereditárias, sob controle de agrupamentos políticos de tendências disparatadas”.Ora, Lula não foi ambíguo de jeito nenhum, publicou o decreto e só deu um passo atrás porque viu que os homens em armas não estão para brincadeira. Os “milicos” não vão tolerar esse tipo de provocação e por isso Lula teve que enfiar a viola no saco e mandar seu Sinistro da Justiça calar o bico. Lula está na linha de frente da conversão do Brasil em uma sociedade comunista e não cabe mais a idéia de que não sabe o que seus ministros fazem, sobretudo aqueles encarregados de levar à frente o projeto revolucionário.

Lula foi realista e fez a parte que lhe cabe, de recuar, mas o realismo não o isenta de ter endossado a iniciativa insana.

Não houve crise militar, houve uma escaramuça, uma simples medição de força. As esquerdas perderam a rodada, mas elas nunca desistem. Voltarão. Uma crise militar de verdade tiraria Lula do poder em horas. As esquerdas já viram esse filme antes. Espero que elas paguem para ver. Elas estão impacientes e não querem mais aguardar o tempo de dar o bote certo. Crise militar de verdade teve em 1935 e em 1964, quando os Guardas da Pátria fizeram o que precisava ser feito: vencer os degenerados."

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Pense Nisso

A vida começa quando você começa a ter uma vida que vale a pena viver.

Lí esta frase num blog e fiquei pensando: é verdade.

Não importa a sua idade, não importa quem você é, ninguém é mais feliz do que você pode ser.

Só depende de nós mesmos. Ninguém vai fazer conosco aquilo que não permitirmos. Nós sempre podemos lutar contra aqueles que nos oprimem ou pensam em nos oprimir.

Se você não conseguir vencer, de que vale viver?

Livre, é a palavra.

Ou como disseram os inconfidentes, "liberdade ainda que tardia".
Pense nisso: eles lutaram e morreram por que a Coroa Portuguesa cobrava 20% de impostos. Pense nisso, quando vir os 37,5% que tiram do seu salário, diretamente no contra-cheque. E o IPI que está escondido nos preços e você nem sabe quanto é.

Pense nos 18% de ICMS que você paga em quase tudo que consome.

Você pensa que opressão é não poder votar para presidente da república? Assim mesmo, em minúsculas? Que felicidade coletiva é "diretas já"?

E daí? Você vota pra presidente e, junto com este direito, veio a obrigação de sustentar a farra dos mensalões, dos cartões de crédito corporativos, dos dólares nas cuecas, nas meias, nos bolsos e no "relaxe e goze".

Está satisfeito? Eu não estou.

Se vou fazer alguma coisa a respeito? Você pode apostar !!!!!!

A Revolução dos Bichos, versão PT

Reproduzo, aquí, o artigo do Reinaldo Azevedo, publicado na Veja.com de domingo, 3/1/2010.

É interessante ver como esta corja que ocupou o governo, desde que os brasileiros passaram a acreditar em conto-de-vigário a nível nacional, está fazendo para buscar implementar no nosso país o mesmo regime existente nos paraísos socialistas morenos, tipo Cuba e Venezuela.

Já tentaram várias coisas, inclusive controlar a imprensa, com aquele projeto fajuto de controlar os jornalistas. Mas isto é assunto para outra postagem.

O artigo é digno de leitura, ainda que se discorde (ou não) com que o Reinaldo Azevedo escreve.
Eu não sou advogado, mas o mínimo que aprendi quando estudei Direito Constitucional, mostra que ele está com razão.

"TERRORISTA CAÇA TORTURADOR? EM NOME DO QUÊ?

Fica chato ter de começar o texto lembrando as famosas “exceções de sempre”, mas é inevitável. Então vamos lá: com as famosas exceções de sempre, a chamada grande imprensa decidiu se comportar como linha auxiliar do governo Lula. E nem por isso os “Franklin boys” pararam de atacar os grandes veículos de comunicação, acusando-os de fazer jornalismo de oposição. Estão trabalhando. Sabem que sua patrulha é bem-sucedida. E que se note, hein: parte do jornalismo cede à vigilância, mas outra parte adere por convicção ou interesse.

Vejam o que aconteceu com o qüiproquó armado pelos revanchistas, com a anuência de Lula, que levaram o governo a uma crise militar: o assunto sumiu do noticiário. E, quando esteve presente, ainda foi porcamente tratado. Todos os decretos assinados pelo presidente tem o “nihil obstat” da Casa Civil. Logo, o texto que cria a tal Comissão da Verdade tem as digitais de Dilma Rousseff, titular da pasta e candidata do PT à Presidência. O fato foi praticamente omitido. Como se omite também a participação direta de Franklin Martins, hoje uma espécie de primeiro-ministro para assuntos políticos, no imbróglio.

O assunto não está resolvido, o descontentamento entre os militares é grande - até porque foram trapaceados -, mas o assunto foi para a geladeira. Afinal, vocês sabem, ninguém quer dar a impressão de que é crítico de um governo tão… popular! Popularidade agora dá licença para o governo fazer bobagem. E a tal Comissão da Verdade é uma dessas vigarices políticas ímpares. Sua estupidez não é matéria de avaliação ou gosto: é matéria de fato. E vou demonstrar por quê.

Antes, no entanto, que me apegue às questões as mais objetivas, que não dependem de escolhas de natureza política ou ideológica, faço questão de expressar um ponto de vista que é político, que é ideológico. Não fosse por outra razão, que seja por esta: faço questão de deixar claro, no meu primeiro texto de 2010, que busco evidenciar com clareza ainda maior quais são os marcos deste blog. Então lá vai, em negrito - as questões legais vêm depois:

Ainda que houvesse sentido jurídico na revisão da Lei da Anistia e que os torturadores de então - ou seus colaboradores e/ou incentivadores - pudessem ser chamados ainda hoje de torturadores (dada a imprescritibilidade do crime), eles não poderiam ser julgados por um tribunal político composto de TERRORISTAS. Se é verdade que um torturador será torturador para sempre, então um terrorista será terrorista para sempre. E estes não podem julgar aqueles.

Aliás, na Constituição brasileira, SÓ O TERRORISMO É IMPRESCRITÍVEL. É uma falha a ser sanada. Basta ler os incisos 43 e 44 do artigo 5º da Constituição:

XLIII - a lei considerará crimes inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia a prática da tortura , o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o terrorismo e os definidos como crimes hediondos, por eles respondendo os mandantes, os executores e os que, podendo evitá-los, se omitirem;
XLIV - constitui crime inafiançável e imprescritível a ação de grupos armados, civis ou militares, contra a ordem constitucional e o Estado Democrático.


Aí alguns tontos escrevem: “O que é que os militares têm de se meter nessa história? Que fiquem quietos! Isso é assunto para civis”. Seria caso se tratasse de uma ação corriqueira da política, dentro dos marcos da Constituição. Mas esse decreto não resiste a dois outros incisos do próprio Artigo 5º:

XXXVI - a lei não prejudicará o direito adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa julgada;

XXXVII - não haverá juízo ou tribunal de exceção;

A comissão se constitui num óbvio tribunal de exceção, e a Lei de Anistia produziu efeitos evidentes. Trata-se de uma proposta de inconstitucionalidade arreganhada. Mas não fiquemos só nesses aspectos. Aliás, para fazer o que quer a turma da pesada do governo Lula - Paulo Vannuchi, Dilma Rousseff, Franklin Martins e Tarso Genro -, seria preciso praticamente extinguir o Artigo 5º da Carta. Em dois outros incisos, ele estabelece:

XXXIX - não há crime sem lei anterior que o defina, nem pena sem prévia cominação legal;

XL - a lei penal não retroagirá, salvo para beneficiar o réu;

O crime de tortura só foi definido, como pede a Constituição, em 7 de abril de 1997 (Lei nº 9455), o que já lembrei aqui em vários textos, em especial em um de 4 de novembro de 2008.

E daí que Cezar Britto, presidente da OAB, apóie a tal comissão? Desde quando ele é meu norte ético? Aliás, não é nem meu norte jurídico. Sua opinião nesse caso, como em muitos outros, não tem, entendo, nada de técnica. É pura ideologia. Ele só pode defender seu ponto de vista flagrantemente inconstitucional fazendo um tanto de demagogia. Ora, doutor Britto deveria ter um pouco mais de compostura intelectual. Se quer fazer política, o caminho são as urnas, mas não as da OAB.

Aí dizem alguns retóricos do pé quebrado: “Precisamos conhecer nosso passado para não repeti-lo: tortura nunca mais!” É? E os historiadores desse passado serão os egressos do MR-8? Da VPR? Da ALN? Os terroristas vão estufar o peito de sua moral homicida para caçar torturadores? Por que nós devemos lhes dar tal licença quando sabemos que não é justiça que buscam, mas vingança - e, como sempre, não estão nem aí se jogam ou não o país numa crise política?

Tortura nunca mais? O que faz o doutor Britto e outros amostrados que não se mobilizam para valer contra a tortura que existe nas cadeias contra presos comuns? Ou esses valentes são apenas contra a tortura de presos com bom pedigree ideológico? E o que fazem no grupo dos defensores da Comissão da Verdade alguns dos notórios amigos de Cuba, um dos países em que a tortura é prática corriqueira, cotidiana, também contra presos de consciência?

Não fosse a ilegalidade descarada dessa tal Comissão da Verdade, não fosse a sua flagrante inconstitucionalidade - e isso não é, reitero, matéria de gosto, mas de fato -, há, repito, a questão que é de fundo moral: quem aderiu ao terrorismo não julga quem aderiu à tortura. Se é para ignorar a Lei da Anistia, então que se amplie a lista. Nesse caso, Dilma, em vez de disputar a Presidência, vai para o banco dos réus; Franklin Martins, Paulo Vannuchi e até Carlos Minc, em vez de estarem por aí dando pinta de homens de estado, se juntarão à companheira.

E que se note: é mentira, trapaça, vigarice, afirmar que todos os esquerdistas que recorreram ao terrorismo foram, a seu tempo, punidos. E é um mentira em duas frentes:

A - em primeiro lugar, é mentira porque nem todos foram, de fato, punidos;

B - em segundo lugar, é mentira porque os que sofreram as conseqüências de suas escolhas (com punições legais ou ilegais) foram indenizados pelo estado. Aquela punição, pois, mesmo que legal à época, gerou uma compensação.

A crise militar sumiu do noticiário, e seus aspectos jurídicos são solenemente ignorados em nome da “justiça” - e, nessa particular visão do que é justo, o terrorismo assume a estranha condição de algoz exemplar da tortura."

Mais um passo da gangue dos corruPTos, para fazer a "Revolução dos Bichos" na tropicália.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Pra não dizer que não falei de pecuária


Leio na VEJA desta semana, as palavras do Lulla, na inauguração de um pronto socorro do SUS, em São Paulo:

"Nós não fazemos distinção de que partido é o prefeito e o governador. Você não pode deixar de dar comida para um porco porque não gosta do dono do porco."

Bacana, né? Além de idiotas e palhaços, agora também somos porcos.

Mas, pensando bem, não é que o "cara" tem razão?

O que estamos vivendo é a representação pura da tragédia "A Revolução dos Bichos", magnífica obra de George Orwel, que retrata com precisão, o que acontece no Brasil, depois que os "operários" tomaram o poder (se não conhece o livro, veja a síntese aqui).

O Lulla disse a verdade, que todos fingimos não ver: somos porcos e os nossos "donos" são os porcos no poder: prefeitos, governadores, políticos em geral.

O Brasil, em pleno Século 21, vive num sistema feudal de mais pura linhagem. Nós, os camponeses, sustentamos com nossos impostos, a farra dos senhores feudais, também conhecidos como políticos.

E é um feudalismo ainda pior.

Veja bem, na Idade Média, os senhores feudais obtinham seu poder pela guerra e pelo sangue. Assim, os mais fortes e poderosos assumiam as terras na base do ""prendo e arrebento."

No Brasil do Século 21, nós os elegemos! Legal, não é mesmo?

Mas a vida é dura para quem não faz o trabalho de casa corretamente. Afinal, quem não aprende com a história, está condenado a vivê-la, outra vez.

Boa semana.

domingo, 3 de janeiro de 2010

O chute no pau da barraca

Tem hora que o cara tem mesmo é que meter o pé no pau da barraca.

Vejam só o que este cara fez:


Natal e Ano Novo - Que loucura, aquí.

Eu moro em Balneário Camboriú, SC.
Uma cidade maravilhosa para se viver, isto mesmo, viver e não, sómente, morar.

Tem todas as facilidades modernas, preços razoáveis (com excessão dos imóveis próximos à praia . . .) e bons serviços.

Eu me sinto bem tranquilo, com relação à segurança pessoal, pois se vê a polícia na rua, todo o tempo, fazendo o seu trabalho como deve ser.

O trânsito é bastante razoável, com os Agentes de Trânsito da Prefeitura mantendo o pessoal dentro das normas civilizadas, os acidentes são poucos e, via de regra, de pequeno expressão.

Mas, daí chega a temperada de verão e a cidade se transforma num caldeirão de gente de toda a parte do Brasil e do Cone Sul. É impressionante ver as placas dos veículos: carros de Roraima, Acre, Amapá, Ceará, uma coisa de doido. Turistas da Argentina, Chile, Uruguai, Paraguai e da Bolívia são presenças fortes e constantes. E isto sem falar do vizinhos mais próximos, como gaúchos, paulistas, paranaenses, matogrossenses e demais.

Mas a cidade está bem preparada para isto. Com um talento bem desenvolvido para o turismo, Balneário Camboriú oferece uma rede hoteleira de primeiríssima qualidade, com preços para todos os gostos. Os restaurantes, cobrindo quase todas as preferências, recebem os visitantes com muita categoria.

Na realidade, Balneário Camboriú é um destino turístico durante todo o ano. Mas, mesmo assim, se prepara (e muito bem), para a temporada. Afinal, cerca de um milhão e meio de pessoas visitam a cidade durante o verão.

Sempre que se fala sobre cidades turísticas do litoral, problemas como sujeira, falta dágua, trânsito caótico e falta de segurança são sempre mencionados.

Eu vivo aqui há 4 anos e este será meu quinto verão. Nunca tivemos falta dágua no nosso edifício. A praia e as ruas são limpas, religiosamente todos os dias (um verdadeiro exército de homens e mulheres começam a trabalhar, bem cedo, para que a praia e as ruas estejam limpas, já ao amanhecer). Sobre o trânsito e sobre a segurança, já falei. Ambos são reforçados na temporada, com contingente adicional de PMs, trazidos do interior do Estado, para ajudar no policiamento ostensivo da cidade.

Mas, mesmo assim, fico mais aliviado quando terminam as comemorações do Ano Novo. A última semana do ano tem a maior concentração de turistas, no início da temporada. Só se iguala ao Carnaval, quando a temporada diminui o seu rítmo e o volume de visitantes desce para um número mais paupável.

Ao que tudo indica, teremos uma temporada bastante expressiva, para a cidade. Talvez uma das melhores dos últimos anos. Vamos ver se o clima ajuda. Afinal, no ano passado, fomos muito prejudicados pelas chuvas que assolaram Santa Catarina no final de 2008.
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