sexta-feira, 9 de maio de 2014

Simples



Fifa avisa aos torcedores que vão à Copa: o Brasil não é a Alemanha


Para a entidade, o maior desafio da falta de estrutura da Copa e da opção de levar o Mundial a todo o país será para os torcedores.

Valcke diz que governo Lula e Ricardo Teixeira pediram à Fifa para que as seleções não ficassem em apenas uma região e que a Fifa acreditou que, em cinco anos, a infra-estrutura de transporte estaria pronta.

 GENEBRA - A Fifa alerta aos milhares de torcedores estrangeiros que, nas próximas semanas começarão a desembarcar no Brasil para a Copa: não adotem os mesmo comportamentos e o mesmo planejamento como se estivessem na Alemanha na Copa de 2006. Quem reconhece isso é o próprio secretário-geral da Fifa, Jerome Valcke. “Não apareça (no Brasil) achando que  é a Alemanha”, disse. Segundo ele, foi o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a CBF de Ricardo Teixeira que insistiram que a Copa teria de ocorrer em todo o país e que as seleções não poderiam jogar apenas em uma região.

Para o futuro, Valcke aponta que a experiência da Fifa no Brasil deve levar a entidade a exigir que as futuras sedes se comprometam de uma forma mais rigorosa às exigências da entidade antes de ganhar o direito de sediar o evento.

Em uma conversa com agências internacionais nesta semana em Zurique, ele admitiu que, desta vez no Brasil, os torcedores não poderão nem dormir em seus carros ou em barracas como fizeram em 2006 na Alemanha e nem usar trens para ir de uma sede a outra.

O CEO da Fifa é claro em alertar que, em 2014, quem mais vai sofrer durante a Copa do Mundo no Brasil por conta das distâncias, falta de estrutura, preços altos, insegurança e falta de transportes são os torcedores. ”Eu sei que é difícil falar sem criar uma série de problemas. Mas minha mensagem para os torcedores é de que tenham certeza de que tenham tudo organizado quando viagem ao Brasil”, disse.
“Não há como dormir na praia, porque é inverno. Garanta sua acomodação. Não há como chegar com um mochila e começar a andar. Não existem trens, não se pode dirigir de uma sede à outra”, alertou.

“Não apareçam no Brasil pensando que é a Alemanha, que é fácil se mover pelo país. Na Alemanha, você poderia dormir no carro. No Brasil não”, disse. ”O maior desafio será para eles (torcedores)”, disse. “Não será para a imprensa, não será para os times e nem dirigentes. Será para os torcedores”, alertou.

Ele admitiu que, em 2009, a Fifa sabia dos limites do Brasil em relação à infra-estrutura de aeroportos. Mas a aposta era de que haveria tempo suficiente para que todas as reformas fossem feitas. “Sabíamos disso. Mas isso era em 2009 e podemos esperar que você tem cinco anos para um país garantir que as estruturas estejam instaladas para entregar o que havia sido acordado”.

Lula – Valcke deixou claro que a decisão de estruturar a Copa da forma que ela vai ocorrer não foi ideia da Fifa. Segundo ele, foi o governo brasileiro, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Ricardo Teixeira que fizeram questão de insistir com a Fifa de que a Copa teria de ocorrer em doze cidades e que as seleções não poderiam ficar em apenas uma região do País. A Fifa pede apenas oito sedes.

“É verdade que você multiplica os riscos ao ter mais estádios. Mas tivemos uma situação em que tínhamos um governo e um presidente, que naquele momento era Lula, que te explicam que a Copa deve ser para todo o Brasil, e não apenas para poucas cidades”, disse.

Valcke também deixou claro que o pedido para que a Copa se estruturasse dessa forma também veio de Ricardo Teixeira.

O dirigente da Fifa admite que o “lógico” seria dividir os 32 times em quatro grupos regionais, justamente para evitar que tivessem de sair de Manaus e jogar em Porto Alegre, de São Paulo à Recife. “Isso evitaria que eles tivessem de se mover para outras zonas do país”, declarou.

Mas a Fifa acabou sendo obrigada a abandonar a ideia de dividir o país em quatro, justamente por conta da insistência da CBF e do governo de que a seleção brasileira iria percorrer o Brasil em seus jogos.

Segundo Valcke, esse também foi um pedido do Brasil. “Eles não queriam que o Brasil jogasse apenas em uma parte do país”, disse. O problema é que, para o calendário da Copa funcionar, todos então teriam de viajar. Valcke, em 2007, foi pago pela CBF como consultor para ajudar a preparar a candidatura brasileira.
Valcke ainda apontou que a mudança de governo no Brasil no meio da preparação também afetou o andamento do processo. “Encaramos uma eleição geral no Brasil e não foi fácil sair de Luiz Inácio Lula da Silva para uma nova presidente. Sempre leva algum tempo para um novo governo entrar nos assuntos e tivemos também um número elevado de mudanças de ministros”, disse. Um deles, Orlando Silva, acabou caindo por conta de suspeitas de irregularidades.

Futuro – Valcke não escondeu que a experiência no Brasil o leva a pensar que a Fifa, para as futuras Copas, deve adotar uma nova postura e exigir maiores compromissos do país sede. “Deve ser pelo menos parte do processo de candidatura que haja compromisso do país em uma série de pontos”, declarou.
Uma opção, segundo ele, é de que haja uma decisão vinda do Poder Legislativo sobre esses compromissos, e não apenas do presidente no momento da escolha do país. “Não pode ser apenas a decisão do presidente ou de um ministro. Mas deve ser apoiado pelo senado, congresso ou assembleia nacional”, disse. Isso, segundo ele, evitaria “potenciais conflitos”.

Valcke ainda se queixou da imprensa, apontando que ele havia se transformado na pessoa que é sempre citada quando há uma crítica a ser feita. Ele citou um estudo que avaliou que, em 63% dos casos, a imprensa apenas reproduziu comentários negativos que ele teceu sobre a Copa do Mundo.

Fonte: O Estadão - 9/5/2014.


Meu comentário: A Copa tem tudo para ser uma grande mancha na imagem do Brasil no exterior. A própria FIFA já antevê esta possibilidade. E, como sempre, a culpa é da imprensa. Não sabia que o cartola Jerome Valcke era filiado ao PT.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

A verdade ao seu redor e a mentira que a Globo mostra pra você!



Barbosa revoga trabalho externo de mensaleiro

Romeu Queiroz se entrega na sede da Polícia Federal em novembro do ano passado
 
(Alberto Wu/Futura Press/Folhapress)
Relator do processo do mensalão, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, revogou nesta quinta-feira a decisão da Justiça de Minas Gerais que autorizava o ex-deputado Romeu Queiroz a trabalhar fora do presídio. Condenado a seis anos e seis meses de prisão em regime semiaberto, o ex-parlamentar havia recebido aval para trabalhar em sua própria empresa, na região metropolitana de Belo Horizonte. A decisão de Barbosa abre espaço para que autorizações de trabalhos externos de outros condenados pelo mensalão também possam ser revistas.
 
Barbosa afirmou que autorizar o trabalho imediatamente viola a Lei de Execução Penal, que prevê a necessidade de cumprimento de um sexto da pena antes de o condenado poder sair do presídio. Por lei, o trabalho externo só é autorizado quando o condenado tiver cumprido, no mínimo, um sexto da pena, mas o Superior Tribunal de Justiça (STJ) tem jurisprudência que autoriza o trabalho independentemente da comprovação deste prazo. O Supremo, no entanto, tem decisões em sentido contrário, exigindo a comprovação de cumprimento prévio de parte da sentença.
 
A Lei de Execução Penal não prevê o trabalho externo como um direito automático dos condenados em regime semiaberto. Para pedir o benefício, o condenado precisa apresentar carta com proposta de emprego na unidade prisional onde estiver cumprindo pena, e o presídio encaminha uma assistente social ao local do emprego para fazer um relatório sobre as condições de trabalho. 
 
Em janeiro, Queiroz conseguiu autorização da Vara de Execuções Criminais de Ribeirão das Neves (MG) para trabalhar fora do presídio José Maria Alkimin enquanto cumpre a pena imposta pelo Supremo. A defesa do mensaleiro havia apresentado oferta de trabalho para que Queiroz trabalhasse na própria empresa, a RQ Participações, onde já exerceu a função de diretor-presidente.
 
Estudo – Paralelamente, o ex-deputado conseguiu autorização judicial para estudar fora da cadeia. Ele cursará faculdade de Teologia. Na decisão que embasa o direito ao estudo, a juíza Míriam Chagas alega que o cumprimento de um sexto da pena neste caso não é necessário, já que “o principal elemento norteador do benefício se centra justamente na necessidade de ressocialização do condenado”. O presidente do STF, entretanto, ainda poderá aplicar o mesmo entendimento e revogar também essa decisão.

Fonte: Veja.com - 8/5/2014

O ministro Joaquim Barbosa ainda é um dos poucos, muito poucos, juízes do Supremo Tribunal Federal, que continua a aplicar a lei como ela deve ser.
Infelizmente ele deve se aposentar ainda este ano. Uma pena.

Dilma se reúne com sem-teto e estuda inclui-los no Minha Casa Minha Vida


SÃO PAULO - Após a realização de cinco protestos de movimentos que lutam por moradia na manhã desta quinta-feira, 8, em São Paulo, representantes do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) se encontraram nesta tarde com a presidente Dilma Rousseff (PT), em Itaquera, na zona leste. Segundo a assessoria da presidente, ficou acordado na reunião que o Ministério das Cidades vai estudar a inclusão de moradores de ocupações de São Paulo no programa Minha Casa Minha Vida.

Segundo um dos coordenadores do MTST, Guilherme Boulos, o encontro durou 20 minutos e teve a presença do prefeito Fernando Haddad (PT). "A reunião foi positiva. O governo vai estudar a possibilidade de desapropriação do terreno onde está a ocupação Copa do Povo, em Itaquera, para a construção de moradias populares."

Pela manhã, três atos simultâneos convocados pelo MTST, Movimento Popular por Moradia (MPM)e pelo Movimento de Luta Popular (MLP) terminaram com a invasão e a pichação de prédios das três principais construtoras responsáveis pela reforma e construção dos estádios da Copa do Mundo: Odebrecht, Andrade Gutierrez e OAS.

A manifestação, que teve início na estação Butantã do Metrô, se juntou à marcha do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST), somando cerca de 1,5 mil pessoas. Eles caminharam até o prédio da Odebrecht, onde um grupo de cerca de 150 integrantes conseguiu entrar na recepção e pichar vidros, paredes e o chão com frases como "Copa das tropas e das empreiteiras" e "O poder é do povo". A ação no prédio durou cerca de 15 minutos e funcionários foram impedidos de entrar no local. "Não sei o que fazer, parece que eles fecharam todas as portas", disse um funcionário da construtora que chegava para trabalhar e preferiu não se identificar.




Os manifestantes que se concentraram na Praça do Ciclista, na Avenida Paulista, caminharam até a sede da construtora OAS, na Avenida Angélica, onde também houve pichações. Segundo a empresa. Funcionários foram ameaçados por manifestantes. Já o protesto em frente ao prédio da Andrade Gutierrez partiu da Estação Berrini da CPTM.


Em nota, a Odebrecht lamentou o ocorrido: "A portaria do prédio de seu escritório em São Paulo foi invadida por representantes do Movimento dos Sem-terra e Sem-teto e sua fachada e recepção foram pichadas e vandalizadas". Ainda segundo a nota, a empresa "respeita todo tipo de manifestação pública pacífica, mas repudia qualquer ato de vandalismo". O sistema de segurança do local foi reforçado após o ato. Também em nota, a OAS informou que "respeita manifestações públicas pacíficas. No entanto, repudia veementemente atos como os ocorridos nesta manhã". Até as 16h10, a Andrade Gutierrez não havia se manifestado.

Fonte: O Estadão - 8/5/2014

Pois é, então fica assim. O país está virando um caos. Mais de 350 ônibus foram depredados no Rio de Janeiro, hoje. Os MST fazem o que querem, onde querem. Nada acontece. 

O interessante é o fato dos manifestantes vandalizarem os escritórios das grandes empreiteiras, que são os maiores patrocinantes dos PeTralhas. 

Mas, como costumo dizer, o caos é democrático. Vai atingir a todos.

Robson Marinho recebeu propina

Suíça revela que Robson Marinho recebeu US$ 950 mil de acusado de pagar propina no caso Alstom

Sabino Indelicato, acusado de intermediar pagamento de propinas da Alstom a agentes públicos no Brasil, depositou quantia em conta de conselheiro no exterior, segundo acórdão de Tribunal suíço

O Tribunal Penal de Bellinzona, na Suíça, enviou ao Ministério Público de São Paulo um acórdão de 28 páginas no qual relata que o empresário Sabino Indelicato depositou US$ 950 mil na conta do conselheiro Robson Marinho, do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo.

Ex-chefe da Casa Civil do governo Mario Covas, Marinho é suspeito de ter recebido propinas ( “vantagens ilícitas”, na definição do Ministério Público Paulista) no caso Alstom- esquema de corrupção no setor de energia do governo de São Paulo em 1998.

A sentença do Tribunal Penal suíço impôs o mais pesado revés ao conselheiro do TCE de São Paulo. Marinho, em nota divulgada em fevereiro, afirmou que jamais cometeu qualquer ato ilícito.

Conselheiro Robson Marinho recebeu dinheiro de acusado de intermediar
 propina, diz Corte suíça.  Foto: Evelson de Freitas/Estadão
Mas a decisão da Corte suíça mostra as relações próximas dele com Indelicato, acusado de  ser intermediário da Alstom para pagamentos de propinas a agentes públicos do Brasil e já denunciado criminalmente pela Procuradoria da República em São Paulo no caso Alstom.

O acórdão se refere a decisão da corte suíça que rejeitou recurso de Indelicato – o empresário queria evitar que a Suíça enviasse para o Brasil documentos relativos à sua movimentação bancária naquele país. 

Indelicato mantém conta na mesma instituição financeira onde Marinho depositou um total de US$ 1,1 milhão. Desse total, segundo os investigadores suíços, US$ 950 mil foram repassados por Indelicato para o conselheiro.


A decisão destaca ainda que em 1998 Marinho foi à França para assistir à Copa do Mundo de futebol às custas da Alstom. O conselheiro, na ocasião, aproveitou para visitar as empresas da multinacional francesa.

Fonte: O Estadão - 8/5/2014.

Voltei.


Interrompi este blog em Janeiro de 2011, pouco depois da tomada de posse da nova presidente do Brasil.

O objetivo deste blog vou tentar impedir que o Brasil, como nação, cometesse um erro trágico, elegendo para o posto mais importante do país uma pessoa que não tinha a menor condição de conduzir os nossos destinos, como Estado.

Poderia ter continuado a escrever e reproduzir, neste espaço, tudo o que pensava e compartilhava sobre o mandatário maior. Preferí não fazê-lo e deixar que o tempo mostrasse quem estava com razão.

Lamento constatar que estava com razão e esta senhora fez - e ainda faz - um dos piores governos dos últimos 20 anos.

Depois de 12 anos, o seu partido (não o verdadeiro, PDT, mas este "adotado", o PT) transformou o país do futuro num país medíocre, digno da mais baixa "república bananeira" da América Latrina.

Deixamos de ser uma nação, orgulhosa por ter sido a primeira a assinar o documento que criou a Organização das Nações Unidas, para ser um país que se alinha a ditadores da estirpe de um Fidel Castro, de um Hugo Chávez e seu filho bastardo, Nicolás Maduro.

Um país que, de líder da América do Sul, baixou a cabeça para um cocaleiro entrando com suas tropas e tomando o patrimônio da Petrobras na mão grande.

Não satisfeitos com todo o mal criado, pela inversão total dos valores, pelo extraordinário prejuízo causado a gerações de futuros brasileiros, que terão um trabalho hercúleo para resgatar a decência, a honra e o respeito que a geração anterior, a geração dos meus pais, sempre defendeu e ensinou, os PeTralhas intencionam perpetuar-se no poder.

Volto a colocar aqui os meus pensamentos com relação ao momento frágil que enfrentamos, depois de ver o governo, os ministérios, as estatais e até o próprio Supremo Tribunal Federal ser aparelhado para única e exclusivamente perpetuar esta canalha no governo, no pior exemplo do PRI - Partido Revolucionário Institucional do México, que perpetuou um governo corrupto e inepto por 71 anos.

Vou continuar minha luta, nesta tribuna, para que meus netos não tenham que viver em um país à exemplo da ditatura castrista, que subjuga o povo cubano desde 1959.

Vou manter a chama da crítica acessa, para que o Brasil não venha a passar as amarguras do povo venezuelano, desde que assumiu o poder o câncer bolivariano de Hugo Chávez e seus seguidores, que vem destruindo a Venezuela desde 1969.

Meu único objetivo é impedir a continuação dos políticos do Partido dos Trabalhadores e seus aliados criminosos, no domínio do poder no Brasil.

Nem tenho filiação partidária, nem preferência por quaisquer dos atuais pre-candidatos ao cargo de Presidente da República. Em princípio, desconfio de todo político e acredito na máxima proferida por Ronald Regan, quando afirmava que, como as fraldas, os políticos deveriam ser trocados regularmente e pela mesma razão.

Vou compartilhar, com quem quiser, meus pensamentos e minhas angústias. Se este blog conseguir mudar o voto de uma única pessoa que sempre votou no PT, terei cumprido minha missão.




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